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Texto de Apresentação

Enviado em 14/01/2013 (1402 leituras)

Não quero escrever. Nunca quis. Muito já foi escrito, não vejo porque escrever. Estou mais interessada em ler, delirar na ilusão de ler tudo... Não estou muito interessada em escrever, ao menos não nesse momento e, esse momento, já tem mais de uma década.

Talvez, depois de ter a ilusão de ter lido tudo, eu escreva alguma coisa que descobri, mas só algo antigo, reescrito de outra maneira, de maneira mais fácil, porque facilitar sempre me deixou mais feliz que escrever. E pra facilitar eu traduzo.

Uma coisa sempre me deixou infeliz no Reconstrucionismo Celta; a dificuldade do acesso. Estamos longe, aqui no Brasil é preciso ler em inglês, é preciso importar livros e isso não é muito simples. Então, outrora eu criei um site, o Três Mundos, onde eu publicava traduções em português, dava trabalho, mas me deixava feliz e o site também deixou muita gente feliz.

Acho que eu estava fazendo algo bom e a amiga Nimue veio colaborar. O Caer Solas na Gealaí era nosso parceiro; contribuições vieram do Endovelicon com o artigo sobre Viriatto, Felipe Freitas com termos em gaélico, Fernando Martins do Wicca Livre que me cedeu a sua tradução: “Por que a Wicca não é celta” que, na época, deu muita confusão (risos)... Hoje é algo que, felizmente, (quase) todo mundo sabe.

O mundo girou e o Três Mundos saiu do ar... Não sem espalhar seus frutinhos por toda a web, ele ressurge aqui no Caer Siddi, onde eu, que não gosto de escrever, vou poder enfim, republicar as antigas traduções revisadas e brevemente comentadas.

O Lughnasadh se aproxima e para nos prepararmos para este festival, escolhi o seguinte texto: De Iain MacAnTsaoir: Lughnasadh.

O autor compreende que uma mesma divindade tem nomes diferentes em territórios célticos diferentes, ou seja, é o mesmo de seus nomes cognatos.

Essa visão é problemática se analisarmos certos casos como o de Manannan e Manawydan, por exemplo. Ambos deuses marítimos celtas, sendo o primeiro nome usado em terras gaélicas e o segundo em Gales, cujas mitologias nos relatam histórias totalmente divergentes, ainda que sejam deuses com fortes características gerais comuns.

O que pensar, eram o mesmo ou divindades diferentes? Foram o mesmo um dia e se diferenciaram? Ainda que a problemática não seja levada em consideração pelo autor, e que outras concepções sejam passíveis de investigação, como a do sacrifício do Rei Sagrado, acredito que esse texto exponha boas características gerais sobre Lugh e o festival.

Até breve!

Por Luciana Cavalcanti
Reconstrucionismo Celta com ênfase na Irlanda desde 2000.

Tesouros da Irlanda:
http://tesourosdairlanda.wordpress.com
E-mail:
lucianaccavalcanti@yahoo.com.br

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