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Uma obra rica em informações sobre o lado oculto das lendas arturianas, regidas pelas leis sagradas da iniciação. O rei Arthur, Merlin, Lancelot, Guinevere, Percival ou Galahad são arquétipos universais que pertencem ao acervo cultural de toda a humanidade. Por trás de suas façanhas, encontra-se o simbolismo da eterna busca do homem à procura da verdade, representada pelo Santo Graal. Avalon era tida pelos celtas como um portal do "Outro Mundo", local consagrado pela tradição como o último lugar de descanso de Arthur.
Existiu realmente o Rei Arthur? Se a resposta for afirmativa, ele foi um monarca poderoso, que reinou sobre uma nação de cavaleiros de armaduras, donzelas em apuros, dragões e possuidor de uma coragem sem limites, onde Merlin, o mago, e a feiticeira Morgana travaram uma batalha. Nasceu em Tintangel, tomou-se rei através da tríade: Espada, Pedra e Bruxaria. Reinava a partir do castelo de Camelot, junto a ele sentavam-se na Távola Redonda, Sir Lancelot, Sir Gawain , Sir Galahad e Sir Parsival, que buscavam o Santo Graal. Finalmente na tragédia, o amor de Lancelot e Guinevere causando a queda do seu reinado, restando a Arthur adormecer na Ilha de Avalon. Ou ele foi um general da Idade das Trevas que liderou a resistência aos invasores saxões? Neste trabalho provocativo e desafiador, Christopher Gidlow encara de forma moderna as fontes antigas que descrevem a trajetória de Arthur e as compara a realidade da vida na Bretanha nos séculos V e VI, apresentando uma argumentação convincente para a existência do poderoso monarca. Os celtas foram um povo cheio de contradições. Dividiam-se em muitas tribos, sempre em lutas umas com as outras. O destaque porém, fica por conta dos inúmeros artesãos que produziam objetos de grande beleza e valor artístico.
Os Mitos Celtas possuem tamanha força e energia interior que descobriram o caminho para que se perpetuassem na lembrança dos europeus até se transformar em um tradição própria do Ocidente em geral. A maneira como explicam o mundo é vibrante, dinâmica e bela, e está profundamente ligada à natureza, vivendo por si mesma. Foi isso que permitiu a eles atravessar o tempo, sendo transmitidos de avós para netos por gerações, até se instalarem em nosso inconsciente coletivo e passarem a fazer parte do que chamamos de "o humo da memória". Quando nos aproximamos das lendas celtas, de seus heróis, de seus druidas, de seus deuses e de sua magia, temos a estranha impressão de recuperar um parte esquecida - remota mas também presente - de nossa humanidade.
Um tesouro de temas literários que inclui a lenda de Camelot, os cavaleiros da Távola Redonda e a Busca do Santo Graal. Este livro é uma prova de que a mitologia e a espiritualidade céltica sobrevivem em nossos dias, influenciando outros autores. Talvez porque as histórias dos deuses gaélicos e Britânicos tenham o dom de retratar a condição humana, o modo como vivemos, amamos, inventamos, lutamos, morremos e renascemos.
Faça uma viagem em companhia dos heróis celtas em busca do destino da sua vida. O Livro Celta dos Mortos é o seu guia aos planos místicos do Outro Mundo Celta, onde o potencial pessoal torna-se completamente claro. Não é uma jornada mórbida, mas uma viagem a ilhas em que há abundância de salmões, banquetes e pilares de prata erguendo-se do mar. Também há desafios, mas cada um deles é uma lição para nossas vidas hoje. Guia prático sobre essa tradição milenar e o xamanismo. John Mattews mostra como conhecer seu animal de poder, desenvolver os sentidos internos, travar contato com as realidades sutis do outro mundo e aprender a empregar técnicas em benefício de outras pessoas.
Bem-vindo à Távola do Rei Artur. Mas, esta saga será contada pelas mulheres. Aqui, a personagem principal é Morgana e sua aventura ao conhecimento. Em Senhora da Magia, a origem da família e a luta pelo poder entre às tribos que viviam na antiga Grã-Bretanha.
A cristianização da Inglaterra entra em cena, junto com a rainha Guinevere, que será a inimiga número 1 de Morgana. Merlin e os cavaleiros entram na trama. Poder, luta e ritos dão realidade à ficção.
A lenda do Rei Artur chega ao seu clímax e a luta aqui é entre os celtas e os cristãos. Artur terá que decidir entre a tradição de Morgana e a de sua amada, Guinevere, além de enfrentar as múltiplas intrigas em sua corte.
A saga chega ao final. Os destinos de Merlin, Arthur, Morgana, Guinevere e Lancelot chegam ao fim e nasce uma lenda feita para aquecer o coração e a imaginação.
Toda a história da lendária corte do rei Arthur é narrada sob a ótica feminina, por meio do relato de Morgana, irmã do rei. Ela fala sobre as intrigas palacianas, a luta para manter a religião da Deusa, considerada demoníaca pelos cristãos e a difícil tarefa de manter a Grã-Bretanha unida. Excelente série de ficção escrita por Marion Zimmer Bradley.
Obra póstuma de Marion Zimmer Bradley (1930-1999) que foi terminada por sua colaboradora, Diane L. Paxton. Por meio da personagem Eilan conta-se a história da formação européia no século III d.C. No lago de Avalon nasce Eilan, sobrinha de Ganeda. Ela é criada pelo pai até os dez anos de idade, mas retorna a Avalon para iniciar-se no sacerdócio à Grande Mãe.
Diana L. Paxton recria a atmosfera mística, tensa e sensual de Marion Zimmer Bradley. As aventuras dos refugiados de Atlântida, que perdem uma terra ensolarada e se adaptam na chuvosa e fria Inglaterra, para onde levam o legado espiritual da civilização perdida. Um casal de protagonistas – dois sacerdotes – separados pelo cataclismo que afunda o continente, com diversos personagens representando o eterno duelo entre a competição agressiva tipicamente masculina e a serenidade feminina.
Este é o primeiro volume da trilogia escrito por Cornwell sobre o reinado de Arthur. O romance histórico retrata com fidelidade todas as reviravoltas ocorridas no período e sua incansável luta contra os saxões. A saga se inicia com o nascimento de seu filho varão, fruto de sua união com a rainha Norwenna.
Segundo volume da trilogia "As crônicas de Artur", apresenta uma versão da lenda do famoso rei inglês baseada em recentes descobertas arqueológicas. Aqui, o druida Merlin, em luta contra o crescimento do cristianismo, parte em busca de caldeirão mágico que pode salvar o reino da Britânia.
Último volume da trilogia "As crônicas de Artur," do escritor inglês Bernard Cornwell sobre o lendário guerreiro Artur, que passou para a história com o título de rei, embora nunca tenha usado uma coroa. O autor desenha um Artur familiar e desconhecido. Um dos inúmeros filhos ilegítimos do rei Uther Pendragon, sem o menor interesse pelo poder, sua única ambição é manter o juramento ao rei de direito, Mordred, e ajudá-lo a lutar pela paz. Ao mesmo tempo, o autor nos revela locais conhecidos e personagens esperados: o mago Merlin, a bela Guinevere, Lancelot - aqui retratado como um covarde - e a lendária Távola Redonda. Uma combinação perfeita: um dos escritores ingleses mais bem-sucedidos no Brasil escreve sobre um dos mais conhecidos e enigmáticos mistérios do planeta. Como explicar Stonehenge, um enigma tão complexo quanto as pirâmides do Egito? Qual era a finalidade desse círculo de pedras? Todos os anos, milhares de turistas seguem até a planície de Salisbury para tentar entender o grande mistério. Teria o monumento sido erguido pelos gregos? Ou se trata de um templo construído pelos druidas celtas? Bernard Cornwell recria a época da construção do monumento em uma emocionante disputa entre três irmãos pelo poder de sua tribo.
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